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O que são Transtornos de Ansiedade? Causas, tipos e tratamento, Maria Alice Fontes

Introdução

Os tempos atuais são definidos por alguns autores como a Idade da Ansiedade, devido à relação desse estado psíquico com o ritmo de vida nos dias de hoje nas sociedades industriais, já que ao ser humano exige-se um comportamento mais competitivo e consumista. Estes autores afirmam que a simples existência do homem no mundo atual é um fator preditivo para o surgimento da ansiedade, estando todos os seres humanos suscetíveis a ela. (6)

A ansiedade é vista como um sentimento útil para a preservação da vida. Ela é tida como um sinal de alerta, que possibilita ao indivíduo uma maior atenção sobre um perigo iminente, para assim poder traçar estratégias adequadas para sua defesa. Sendo assim, a ansiedade é um sentimento associado ao desenvolvimento normal, estando sempre presente nos processos de mudanças e nas novas experiências de vida. (5) Para definir se o estado ansioso é normal ou patológico, deve-se avaliar a intensidade e frequência com que ocorre, duração, e a interferência com o desempenho social e profissional do indivíduo. (3, 5) Dessa forma, a ansiedade patológica se diferencia da ansiedade normal pois paralisa o indivíduo, trazendo-lhe prejuízos e não permitindo uma preparação para lidar com situações ameaçadoras. (5) Assim, observa-se que a ansiedade sempre esteve presente em toda a existência humana, porém somente nos últimos anos vem tomando maior significância para os pesquisadores, que visam a investigação dos efeitos desse estado sobre o organismo e o psiquismo humanos. (6)

O que são os Transtornos de Ansiedade?

Os Transtornos de Ansiedade são as enfermidades mentais que ocorrem com maior frequência na população geral. (7, 9) Os Transtornos de Ansiedade compreendem os quadros em que há a presença de uma ansiedade acentuada, que desempenha papel fundamental nos processos comportamentais e psíquicos do indivíduo, causando-lhe prejuízos em seu desempenho profissional ou acadêmico e nas relações sociais. (3, 7, 8)

Quais são as causas?

A etiologia da ansiedade é multifatorial, envolvendo aspectos psicossociais e biológicos. (5, 10)

Fatores psicossociais
Muitas são as situações cotidianas que envolvem perigo ou ameaça. Nessas situações, um estado de alerta é essencial para a auto-defesa do indivíduo. No entanto, pessoas que apresentam um estado ansioso, tendem a superestimar a situação de perigo. A forma com que as situações são interpretadas pelo indivíduo tem um valor potencial para o surgimento ou não de algum quadro de Transtorno de Ansiedade. (10)

Fatores biológicos
Vários neurotransmissores exercem papel fundamental no controle da ansiedade, porém a serotonina e o ácido gama-aminobutírico (GABA) são considerados os mais importantes. A serotonina e o GABA são neurotransmissores inibitórios, que controlam a resposta de Estresse. Assim, ocorre uma alteração desses neurotransmissores no Sistema Nervoso, o que implica em um estado de ansiedade. (4, 10)

Quais os tipos de Transtornos de Ansiedade?

Os Transtornos de Ansiedade incluem quadros como:

  1. Transtorno do Pânico
  2. Fobia Específica
  3. Fobia Social
  4. Transtorno Obsessivo-compulsivo(TOC)
  5. Transtorno de Estresse Pós-traumático
  6. Transtorno de Ansiedade Generalizada
1. Transtorno do Pânico
Os critérios estabelecidos para o diagnóstico de Transtorno de pânico, segundo a American Psychiatric Association (DSM-IV) são os seguintes:

Ataques de pânico recorrentes e inesperados
A principal característica de um ataque de pânico é a intensa sensação de medo e desconforto seguida por pelo menos quatro dos seguintes sintomas somáticos ou cognitivos, os quais iniciam abruptamente e atingem um pico em cerca de 10 minutos:
  • palpitações ou taquicardia;
  • sudorese;
  • tremores ou abalos;
  • sensação de falta de ar ou sufocamento;
  • sensação de asfixia;
  • dor ou desconforto torácico;
  • náuseas ou desconforto abdominal;
  • tontura, vertigem ou sensação de desmaio;
  • desrealização ou despersonalização;
  • medo de perder o controle ou de enlouquecer;
  • medo de morrer;
  • parestesias (anestesia ou sensações de formigamento);
  • calafrios ou ondas de calor.
Pelo menos um dos ataques de pânico deve ter ocorrido por um período mínimo de um mês e vir acompanhado por uma intensa preocupação sobre a possibilidade de ter outros ataques, preocupação em relação às suas consequências (por exemplo perder o controle, enlouquecer ou ter um ataque cardíaco), ou mudanças de comportamento significativa relacionada aos ataques de pânico.

Presença (Transtorno de pânico com AgoraFobia) ou Ausência (Transtorno de pânico sem AgoraFobia) de AgoraFobia
A AgoraFobia se caracteriza por uma ansiedade em relação a estar em locais ou situações de onde a fuga ou o auxílio possam não estar disponíveis, na possibilidade da ocorrência de um Ataque de pânico. No geral, a AgoraFobia surge em situações como estar fora de casa desacompanhado, estar em meio a uma multidão, permanecer em fila, viagens, ou encontrar-se sobre uma ponte. Assim, várias situações são evitadas pelo indivíduos pelo receio de vir a ter novos ataques de pânico. Quando essas situações são enfrentadas, há um aumento do sofrimento e da ansiedade. Os Ataques de pânico não são consequentes de dos efeitos fisiológicos causados por uma substância (drogas, ou medicamentos), nem de uma condição médica geral (por ex., hipertiroidismo).

Os Ataques de pânico não são melhor explicados por outros transtornos mentais
A ansiedade acentuada vivenciada em um Ataque de pânico não é causada pela exposição aos estímulos ansiógenos decorrentes de outro Transtorno mental, como por exemplo a Fobia Social, Fobia Específica, Transtorno Obsessivo-compulsivo, Transtorno de Estresse Pós-traumático ou Transtorno de Ansiedade de Separação.

2. Fobia Específica
O diagnóstico de Fobia Específica deve ser estabelecido através dos seguintes critérios, propostos pelo DSM-IV:

Medo excessivo e persistente de objetos e situações específicas
Há um temor acentuado e irracional acerca da presença ou antecipação de objetos ou situações específicas como voar, animais, tomar injeção, ver sangue, etc.

A exposição ao estímulo fóbico causa uma resposta de ansiedade excessiva
Quando o indivíduo se vê diante de uma situação ou objeto que lhe causa Fobia, uma resposta de ansiedade acentuada é vivenciada imediatamente, na maioria dos casos. Esta resposta pode ter as características de um Ataque de pânico.

O indivíduo reconhece que o medo é excessivo ou irracional
Embora os adolescentes e adultos que sofrem de Fobia Específica percebam seus medos como irracionais, em crianças essa característica pode estar ausente.

O objeto ou a situação fóbica são evitados ou suportados com intensa ansiedade ou sofrimento
Embora evite a maioria das situações fóbicas que desencadeiam a ansiedade, esses estímulos quando enfrentados, causam intenso sofrimento para o indivíduo. Devido a esquiva, a antecipação ansiosa ou o sofrimento na situação fóbica, a rotina do indivíduo é prejudicada significativamente, causando assim disfunções nas áreas ocupacional, social ou de lazer.
Em pessoas com menos de 18 anos de idade, os sintomas devem ter persistido por pelo menos seis meses antes do diagnóstico de Fobia Específica.

A ansiedade, os ataques de pânico ou a esquiva fóbica não são melhor explicados por outros transtornos mentais
A ansiedade acentuada, os sintomas de um Ataque de pânico ou a esquiva de situações fóbicas não são melhor explicados pela exposição aos estímulos ansiógenos decorrentes de outro Transtorno mental, como por exemplo a Fobia Social, Transtorno Obsessivo-compulsivo, Transtorno de Estresse Pós-traumático ou Transtorno de Ansiedade de Separação.

3. Fobia Social
A Fobia Social é diagnosticada segundo os critérios do DSM-IV descritos abaixo:

Medo excessivo e persistente de situações sociais ou de desempenho
Esta característica essencial da Fobia Social compreende um medo acentuado de situações sociais ou de avaliação, ou quando o indivíduo é exposto a pessoas estranhas. Há um intenso temor em agir de maneira humilhante ou embaraçosa, bem como o medo em demonstrar sintomas de ansiedade. Para se estabelecer o diagnóstico em crianças, esse critério deve ocorrer em contextos que envolvem o mesmo grupo etário (por ex., sala de aula), e não apenas na relação com adultos.

A exposição à situação social fóbica provoca ansiedade
Na maioria dos casos, uma resposta de ansiedade ocorre imediatamente após a exposição ao estímulo fóbico. Dessa forma, esta resposta de ansiedade pode tomar a forma de um Ataque de pânico. é importante ressaltar que em crianças, esta ansiedade pode ser expressada por comportamentos como choro, raiva, imobilidade ou afastamento de situações sociais que envolvam pessoas desconhecidas.

O indivíduo reconhece que o medo é excessivo ou irracional
Embora os adolescentes e adultos que sofrem de Fobia Social percebam seus medos como irracionais, em crianças essa característica pode estar ausente.

As situações sociais fóbicas são evitadas ou suportadas com intensa ansiedade ou sofrimento
Embora evite a maioria das situações sociais ou desempenham que desencadeiam a ansiedade, esses estímulos quando enfrentados, causam intenso sofrimento para o indivíduo. Devido a esquiva, a antecipação ansiosa ou o sofrimento na situação social ou de desempenho, a realização de atividades cotidianas do indivíduo é prejudicada significativamente, causando assim disfunções nas áreas ocupacional, social ou de lazer.
Em pessoas com menos de 18 anos de idade, os sintomas devem ter persistido por pelo menos seis meses antes do diagnóstico de Fobia Social.

A ansiedade, o temor ou a esquiva fóbica não são melhor explicados por outros transtornos mentais, ou pelos efeitos fisiológicos diretos de uma substância
A ansiedade acentuada, os sintomas de um Ataque de pânico ou a esquiva de situações sociais ou de avaliação do desempenho não são melhor explicados pela exposição aos estímulos ansiógenos decorrentes de outro Transtorno mental, como por exemplo o Transtorno de pânico, Transtorno Dismórfico Corporal, Transtorno Invasivo do Desenvolvimento , Transtorno da Personalidade Esquizóide, ou Transtorno de Ansiedade de Separação. Os mesmos sintomas também não podem ser decorrentes dos efeitos fisiológicos do consumo de certas substâncias (medicamentos, drogas).

4. Transtorno Obsessivo-compulsivo
Os critérios diagnósticos para o Transtorno Obsessivo-compulsivo, de acordo com o DSM-IV são os seguintes:

Presença de obsessões ou compulsões
As obsessões são caracterizadas por pensamentos, impulsos ou imagens recorrentes e persistentes que são experimentados pelo indivíduo como intrusivos e inadequados, causando uma intensa ansiedade ou sofrimento. As obsessões não incluem as preocupações com problemas reais da vida do indivíduo, que as reconhece como produto de sua própria mente.
As compulsões são definidas por comportamentos repetitivos (por ex. lavar as mãos, rituais de verificação ou de organização) ou por atos mentais (por ex., orar, contar ou repetir palavras mentalmente), que o indivíduo se sente obrigado a realizar em resposta a uma obsessão. Por exemplo, se a pessoa tem uma obsessão referente a contaminação, se vê obrigada a lavar as mãos repetidas vezes. Assim, as compulsões têm o objetivo de prevenir ou reduzir o sofrimento, ou mesmo evitar uma situação temida.
Tanto as obsessões como a compulsões são reconhecidas como excessivas ou irracionais em algum momento do curso do Transtorno, sendo que em crianças esse critério não é aplicado.

As obsessões e as compulsões consomem tempo e causam sofrimento significativo
Os rituais Obsessivo-compulsivos são severos a ponto do indivíduo gastar mais de uma hora por dia em suas realizações. Isso pode interferir significativamente no cotidiano do indivíduo, causando prejuízos em suas tarefas ocupacionais, nas relações sociais ou familiares.

O conteúdo das obsessões ou compulsões não está relacionado com outros transtornos mentais
Esse critério se deve por exemplo, à preocupação com alimentos na presença de um quadro de Transtorno Alimentar, ou com a aparência no caso de Transtorno Dismórfico Corporal, entre outros.
Os sintomas Obsessivo-compulsivos não são derivados dos efeitos fisiológicos de uma substância ou de uma condição médica geral.

5. Transtorno de Estresse Pós-traumático
O Transtorno de Estresse Pós-traumático é diagnosticado segundo os critérios do DSM-IV descritos abaixo:

Exposição a um evento traumático
A exposição a um estressor traumático refere-se a experiência, testemunha ou ameaça de eventos que envolveram morte ou grave ferimento, ou qualquer outra ameaça a integridade física própria, de familiares ou de pessoas próximas ao indivíduo. Quando exposto ao evento traumático, a pessoa desenvolveu intenso medo, impotência ou horror, embora em crianças essa resposta se caracteriza por comportamento agitado ou desorganizado.

O evento traumático é constantemente revivido pelo indivíduo
A revivência do evento traumático se dá por recorrentes recordações aflitivas do evento, sob a forma de pensamento, imagens ou sonhos. Pode também haver a sensação de que o evento traumático esteja ocorrendo novamente, e a pessoa se comporta como se o vivenciasse naquele instante. Um sofrimento psicológico intenso acompanhado de reações fisiológicas (taquicardia, sudorese, hiperventilação, etc.) é experimentado pelo indivíduo quando ocorre uma exposição a componentes que simbolizam ou lembram aspectos do evento traumático. Uma "anestesia emocional" pode ser vista logo após o trauma, caracterizada pela diminuição do interesse de situações e atividades anteriormente satisfatórias, pelo afastamento e retraimento social, ou pela redução da capacidade de sentir e expressar emoções, principalmente aquelas relacionadas com intimidade e sexualidade. é possível que um sentimento de futuro abreviado e de impossibilidade de fazer planos para a vida profissional e pessoal esteja presente no curso do Transtorno.

Esquiva de estímulos relacionados ao evento traumático
A fim de evitar a revivência do trauma, o indivíduo apresenta uma esquiva persistente a fatos que possam trazer a tona a lembrança do evento, como pensamentos, sentimentos, conversas sobre o tema, ou atividades, locais e pessoas que tragam recordações do trauma.

Sintomas físicos que não estavam presentes antes da ocorrência do trauma
Sintomas persistentes de ansiedade ou de maior excitação estão presentes, e incluem dificuldade em conciliar ou manter o sono, irritabilidade ou ataques de raiva, dificuldade de concentração, hipervigilância, e uma acentuada resposta de sobressalto.
A duração dos sintomas deve ser de pelo menos um mês após o evento traumático.
Os sintomas devem causar sofrimento e prejuízo significativos no funcionamento social ou ocupacional do indivíduo.

6. Transtorno de Ansiedade Generalizada
O Transtorno de Ansiedade Generalizada é diagnosticado segundo os critérios do DSM-IV descritos no quadro abaixo:

Ansiedade e preocupação excessivas
Uma alta variedade de preocupações excessivas e pressentimentos estão presentes na maior parte do dia, no decorrer de pelo menos seis meses, como por exemplo o medo de que doenças e acidentes possam ocorrer consigo ou com pessoas próximas, ou o receio de uma avaliação negativa por parte de outras pessoas devido à um possível baixo desempenho na realização de atividades.

O indivíduo tem intensa dificuldade em controlar a preocupação
Esses pensamentos podem ter embasamento em várias questões, porém todas são julgadas pelo indivíduo como sendo de difícil controle.

Presença de físicos relacionados a ansiedade
Uma série de sintomas físicos podem estar associados à ansiedade, identificados por tensão muscular, inquietação, fadiga, falta de ar, taquicardia, sudorese, tontura, boca, seca, micção frequente, diarréia, dificuldade para dormir, problemas de concentração, irritabilidade e cefaléias. O foco da ansiedade não se deve aos sintomas de outro Transtorno mental, nem a efeitos fisiológicos diretos de uma substância A ansiedade e a preocupação acentuadas ou sintomas físicos causam sofrimento e prejuízos significativos no funcionamento social, ocupacional e em atividades de lazer do indivíduo.

Tratamento

O tratamento dos Transtornos de Ansiedade engloba a intervenção medicamentosa e a psicoterapia. Um profissional de saúde mental (psicólogo ou psiquiatra) deverá fazer uma avaliação diagnóstica precisa para definir o tipo de tratamento mais adequado para o paciente. (8, 10)

Tratamento farmacológico
Há diversos tipos de medicamentos que podem ser utilizados para o tratamento da ansiedade, entre eles, os benzodiazepínicos e os antidepressivos, Portanto, é necessária uma avaliação do médico psiquiatra para determinar qual medicamento deve ser prescrito para o paciente. (8)

Os benzodiazepínicos são medicamentos que agem no sistema GABA, apresentando efeitos anti-ansiedade e sedativos, e que trazem alívio dos sintomas em um curto período de tempo. Porém eles têm o potencial para desencadear dependência, sendo assim, recomendada a sua utilização por períodos pré-determinados. Já os antidepressivos têm comprovada eficácia também no tratamento da ansiedade, embora os efeitos comecem a surgir em algumas semanas após o início de sua utilização. (8, 10)

Tratamento psicoterápico
Da mesma forma que o tratamento farmacológico, o tratamento psicoterápico pode ser realizado sob diversas abordagens (Psicodinâmica, Cognitivo-Comportamental, etc.) especificamente por um psicólogo. Porém, todas as modalidades de psicoterapia enfatizam a restauração da saúde mental do indivíduo, através da elucidação dos desencadeadores psicológicos de ansiedade, e da elaboração de estratégias para um melhor manejo dos estados ansiosos. A partir do momento em que o indivíduo identifica as causas de sua ansiedade e reconhece a superestimação dada aos estímulos ansiógenos, as chances de reincidência apresentam-se diminuídas.

Referências Bibliográficas
  1. AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais - 4º edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. 845 p.
  2. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Classificação de transtornos mentais e de comportamento da CID-10: descrições clínicas e diretrizes diagnósticas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993. 351 p.
  3. GENTIL, V.; LOTUFO-NETO, F.; BERNICK, M. A. pânico, Fobias e Obsessões: A experiência do Projeto AMBAN. São Paulo: EDUSP, 1997, 208 p.
  4. GRAEFF, F. G.; BRANDÃO, M. L. Neurobiologia das doenças mentais. São Paulo: Lemos Editorial, 1997, 188 p.
  5. http://www.geocities.com/HotSprings?Villa/3502/transtornosdeansiedade.html
  6. http://www.psiqweb.med.br/ansitext.html
  7. http://www.psych.org/public_info/anxiety.cfm
  8. http://nimh.nih.gov/anxiety/anxiety.cfm
  9. http://www.surgeongeneral.gov/library/mentalhalth/chapter4/sec2.html
  10. http://www.surgeongeneral.gov/library/mentalhalth/chapter4/sec2_1.html

2007-06-18 00:00:00

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